domingo, 30 de agosto de 2009

Oh God ;S

Baby, baby


Simplesmente a vida está difícil :X
Sempre esteve, eu acho. Em parte por que eu era criança e não ligava se estivesse assim. Hoje meus atos pesam como cruzes em minhas costas. Por mais que eu não queira, sou responsável por eles. Eu queria não o ser.
Mas, então, quem o seria? A quem seria delegada terrível incubência?

Acho que eu sou adulta antes da hora, só pode.
Deve ser por isso que eu gosto de Beatles, os reis do iêiêiê, Guns e mais uma porrada de coisa velha :X

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

"Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá!"


Ai ai (suspiro).
Acordo às cinco e cinquenta todo santo dia útil, abro um olho e tem um cachorro lambendo meu pé. Já acordo feliz. Depois, trato de desligar o despertador, que fica gritando. Depois segue-se aquele ritual diário e necessário de higiene, alimentação, arrumação e ida pra escola. Que lindo, caminho um quilômetro e meio, no frio das seis e quarenta, pra chegar na escola, em outra cidade, outro estado, e ver as pessoas que vejo todo dia, as aulas que se repetem semana a semana.
Quando o cheiro da comida do vizinho que sobe e entra na sala, no segundo andar, já está insuportável e faz todas as minhas lombrigas quererem saltar goela acima, somos acalentados com o bendito despertar da razão: o sino do meio dia e meia! Que ótimo. Mais meia hora de caminhada e me encontro, suada, em casa, com quatro pessoas e três animais a me esperar para o almoço. Engulo a comida, e o ritual recomeça, higiene, arrumação e caminhada. Outra cidade, outro estado. Quando não me é o inglês, é o treino com os cavalos, a educação física, os deveres da pátria e tudo o mais, civilizadamente usando meus antigos e melhores meios de transporte: ambos os pés.
Chegar em casa às cinco é raridade. O comum é às sete e o mais tardar às nove, dez. Uma vez na semana, ou menos, somos recompensados com uma festa, uma saída de casa, chegar depois da meia noite.
Final de semana, que me resta? Cuidar do cabelo, ir pro clube, aproveitar muito mais as amigas.



E QUEM ME DISSE QUE ME CANSO???

Não há, não sei nem se haverá, coisa melhor que essas cidadezinhas, ligadas por uma ponte a desabar, com um povo tão alegre que me contagia, todo dia, das seis da matina às nove da noite. Não sei se aguentarei viver longe daqui. As aves que aqui gorgeiam, não gorgeiarão como lá.





Mesmo assim, Goiânia que me aguaaaaarde!



E é claro, não poderia deixar de dedicar esta última descrição maçante e monótona de rotina, à minha querida Alexandra Luíza, ora bolas :DDDD

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Tire a poeira

Já pensou em quanta coisa você guarda, não só entulho, mas também de sentimento, de rancor, de raiva?
Felizes os que disso se abstém. Apesar de eu crer, na minha vã filosofia (clichês dos clichês) que não há quem não tenha um pequeno remorso, uma culpa mínima ou apenas uma meia suja esquecida debaixo da cama.
Enfim, eu tinha me esqucido deste blog e dos meus leitores-fantasmas, mas me lembrei afinal, que eles mereciam algum crédito!

Beijo pra Alice e pra Letícia Fernanda, as únicas que lêem isso mesmo ;*

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Macktub!

Esquecer é uma coisa tensa.
Não que esquecer seja uma coisa, nem que muito menos seja tensa.
A ação de esquecer é que nos deixa indubtavel e terrivelmente tensos.
Como se esquece uma sensação? Um sentimento? Um beijo, abraço, carinho, a saudade?
Como se esquece um rosto?
Falta de que se revolva a fértil terra das lembranças, onde tudo está semeado e pronto para, em qualquer hora, se expor terra afora e nos fazer repensar naquilo?

Fugir é ainda pior, mas a fuga é inevitável em alguns termos. Como se fugindo, afugentássemos tmbém tudo que nos faz fugir! Outra coisa obviamente tensa, é a fuga.

Farei assim: quando conseguir, me esquecerei de fugir. Deus me ouça!